Perguntas frequentes
Tudo que costuma ser perguntado antes da primeira consulta, organizado por área.
Cirurgia íntima
Anestesia tópica em creme seguida de anestesia local injetável. O procedimento é indolor durante a execução; o desconforto do pós-operatório é controlado com analgésicos comuns.
Sim. Com a técnica a laser e anestesia local, não há necessidade de internação hospitalar. A paciente vai do consultório direto para casa.
Relações sexuais, de 30 a 45 dias. Atividade física leve costuma ser liberada entre 3 e 4 semanas, sempre conforme a avaliação do retorno.
Sim, repouso relativo por cerca de 4 dias, sendo as primeiras 48 a 72 horas as mais importantes.
Sim. A cirurgia atua apenas na região externa; o canal vaginal não é manipulado.
A cicatriz fica na borda dos pequenos lábios e tende a ficar discreta com a maturação, entre 3 e 6 meses. A qualidade final varia conforme a cicatrização de cada organismo.
A técnica preserva as estruturas responsáveis pela sensibilidade. Muitas pacientes relatam mais conforto na relação justamente pela redução do atrito e da dor.
Não. A cirurgia remove pele em excesso e preserva as estruturas responsáveis pela sensibilidade. O objetivo é justamente melhorar o acesso ao estímulo, não reduzi-lo.
Sim, e em muitos casos é o indicado para que o resultado fique proporcional. Feitas juntas, a recuperação segue a da ninfoplastia.
Para procedimentos em consultório com anestesia local, não é obrigatório, mas é recomendado — principalmente na cirurgia íntima, pelo conforto na volta para casa.
Ginecologia e prevenção
Pelo menos uma vez ao ano, mesmo sem queixa. Conforme histórico e idade, o intervalo pode ser ajustado.
Para a coleta do preventivo, sim, o ideal é estar fora da menstruação. Para a consulta em si, não há impedimento.
Sim, e é ótimo que leve. Anotar antes ajuda a não esquecer justamente o que mais incomoda.
Sim. Nunca ter engravidado não é contraindicação para nenhum dos tipos de DIU.
Não. É possível inserir fora do período menstrual, desde que afastada a possibilidade de gravidez.
Há cólica durante o procedimento e nas horas seguintes. Com anestesia local e analgesia adequada, a maior parte das pacientes descreve como suportável e rápido.
Sim, é um efeito esperado em parte das usuárias e não é prejudicial à saúde.
Não. Desconforto eventual pode acontecer, mas dor persistente sempre tem uma causa e merece investigação.
Pode. Alguns contraceptivos afetam a libido em parte das mulheres. É uma das primeiras coisas revisadas na avaliação, junto com outras medicações em uso.
O atendimento é particular. Emitimos recibo para que você solicite reembolso ao seu plano, conforme as regras do seu contrato.
Na Av. Antártica, 675, 19º andar, em Perdizes, São Paulo. O agendamento é feito pelo WhatsApp ou pelo formulário do site.
Laser de CO₂
Não. Antes de cada sessão aplicamos anestésico em gel na vulva e na vagina, e de modo geral as pacientes não sentem dor — no máximo uma vibração ou calor leve.
Cerca de 3 sessões, com intervalo de 30 a 45 dias. Depois, uma sessão anual costuma manter o resultado.
Sim: abstinência sexual por 7 dias, evitar atividade física por 24 a 48 horas e evitar banhos de imersão, como piscina e banheira, por 7 dias. No laser externo, evitar exposição ao sol por 7 dias.
Gestantes, pacientes com infecção ativa na região e alguns casos oncológicos em tratamento, entre outras situações. A definição é feita na avaliação, com histórico e exame.
Não é uma substituição automática. É uma alternativa importante para quem tem contraindicação a hormônios, e em outros casos pode ser complementar. A decisão é individual.
A melhora de textura e de tônus costuma vir acompanhada de alguma uniformização do tom, mas clareamento tem protocolo próprio. Os dois podem ser combinados.
Sim, é uma das indicações mais frequentes. O laser ajuda a suavizar a cicatriz de episiotomia e o desconforto associado a ela.
Rejuvenescimento e estética íntima
A aplicação é feita com anestesia local, o que torna o procedimento confortável. Nos dias seguintes é comum haver sensibilidade e inchaço leves.
Em média cerca de 1 ano, podendo variar conforme o organismo, a quantidade aplicada e o produto utilizado.
Na maioria dos casos, ao menos 2 ampolas para um resultado natural e proporcional. A quantidade exata é definida na avaliação.
De forma progressiva, em geral a partir de 4 a 6 semanas, acompanhando o tempo natural de produção de colágeno do organismo.
Como o estímulo é progressivo, uma sessão a cada 1 ou 2 anos costuma ser suficiente para manutenção.
Varia conforme o tom inicial, a causa e a resposta da pele. O protocolo é definido na avaliação e reavaliado ao longo do tratamento.
Não. Como as causas continuam presentes (atrito, depilação, hormônios), a manutenção com cuidados domiciliares é o que sustenta o resultado.
O efeito da toxina é temporário, mas serve para interromper o ciclo de dor e permitir a reabilitação. Boa parte das pacientes não precisa de nova aplicação depois do processo completo.
Na maioria dos casos, sim. A aplicação isolada tende a ter resultado parcial; o acompanhamento em conjunto é o que sustenta o resultado.
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